🕐 Linha do Tempo

Pokémon: A Linha do Tempo Completa dos Jogos — De 1996 a 2026

Se existe uma franquia que conseguiu transformar um simples portátil em uma máquina de criar amizades, rivalidades, coleções intermináveis e discussões sobre qual Pokémon era mais forte, essa franquia é Pokémon.

Tudo começou em 1996, com dois cartuchos aparentemente modestos para o Game Boy. Trinta anos depois, Pokémon já passou por praticamente todo tipo de experiência possível: RPG, batalha 3D, pinball, fotografia, quebra-cabeça, dungeon crawler, estratégia, corrida, realidade aumentada, jogo de cartas, investigação, simulação de vida, MOBA, monitoramento do sono e até aplicativos que transformaram nossos celulares em Pokédex.

E o mais curioso é que a evolução da franquia não aconteceu apenas nos jogos principais.

Enquanto uma geração explorava Kanto, outra podia estar fotografando Pokémon no Nintendo 64. Enquanto Johto chegava ao Game Boy Color, Pikachu já estava conversando com jogadores através de um microfone no Nintendo 64. Mais tarde vieram Mystery Dungeon, Ranger, Colosseum, XD, Rumble, Pokkén, GO, Unite, Legends e uma infinidade de experiências que ajudaram a transformar Pokémon em algo muito maior que um simples RPG.

Então prepare a mochila, coloque algumas Poké Bolas no bolso e venha comigo.

Esta é a linha do tempo completa dos jogos Pokémon lançados oficialmente.

Hoje em dia eles já estão bem realísticos, não exatamente como a arte acima criada com IA, mas os jogos evoluiram muito acompanhe esta aventura abaixo!
Hoje em dia eles já estão bem realísticos, não exatamente como a arte acima criada com IA, mas os jogos evoluiram muito acompanhe esta aventura abaixo!

1996 — Pokémon Red & Green: O Big Bang Pixelado

Foi aqui que tudo começou, meus amigos!

Em 27 de fevereiro de 1996, no Japão, chegavam Pocket Monsters Red & Green, os dois primeiros jogos da franquia para Game Boy.

151 criaturas, oito líderes de ginásio, uma Elite Four, uma organização criminosa chamada Team Rocket e uma simples missão: tornar-se o melhor Treinador Pokémon.

O mais impressionante é que, tecnicamente, tudo aquilo cabia em um pequeno cartucho de Game Boy.

Gráficos monocromáticos, músicas simples, sprites que muitas vezes pareciam desenhados por alguém que tinha acabado de descobrir o Paint… mas uma ideia gigantesca por trás de tudo.

Você capturava Pokémon, treinava, evoluía, batalhava e, principalmente, trocava.

O Cable Link transformou dois Game Boys em uma pequena ponte entre jogadores. De repente, completar a Pokédex deixou de ser apenas uma questão de habilidade. Você precisava de um amigo.

E foi assim que Pokémon começou a criar uma das características mais importantes da franquia: interação entre jogadores.

Curiosidade Técnica: os primeiros jogos japoneses eram Red & Green. Pokémon Blue surgiu posteriormente no Japão como uma versão revisada e serviu de base para as versões internacionais Red & Blue.


1996 — Pokémon Blue: O Primeiro Polimento

Ainda em 1996, o Japão recebeu Pocket Monsters Blue.

Não era uma nova geração. Era uma versão revisada de Red & Green, com melhorias nos gráficos, textos e diversos detalhes internos.

Foi essa versão que acabou servindo como base para as versões internacionais que nós conheceríamos no Ocidente.

Ou seja: aquele Pokémon Blue que muita gente conheceu no Game Boy não era exatamente o mesmo Blue japonês.

Curiosidade: Pokémon Blue originalmente foi distribuído no Japão de maneira diferente e só posteriormente ganhou lançamento comercial tradicional.


1998 — Pokémon Red & Blue: O Fenômeno Chega ao Ocidente

Em 1998, Pokémon finalmente desembarcou oficialmente no Ocidente com Pokémon Red & Blue.

E aí, meus amigos…

O mundo perdeu o sossego.

A febre Pokémon tomou conta de revistas, desenhos animados, brinquedos, cartas, mochilas e, obviamente, dos nossos Game Boys.

Para muita gente, era a primeira vez que um RPG portátil parecia uma aventura praticamente infinita.

Você começava com Bulbasaur, Charmander ou Squirtle e saía de Pallet Town acreditando que realmente poderia chegar ao topo.

E então aparecia aquele momento clássico:

“Você tem algum Pokémon que eu não tenho?”

Nascia a negociação mais importante da infância de muita gente.

Curiosidade: foi a combinação dos jogos, anime, cartas e produtos licenciados que transformou Pokémon em um fenômeno mundial praticamente impossível de conter.


1998 — Pokémon Yellow: O Parceiro Elétrico

Depois veio Pokémon Yellow: Special Pikachu Edition.

Inspirado fortemente no anime, Yellow colocou Pikachu no centro da aventura.

E não era apenas o Pokémon inicial.

Pikachu seguia o jogador pelo mapa, reagia ao tratamento recebido e se tornou praticamente um personagem.

Jessie, James e Meowth também ganharam uma presença muito mais próxima daquela vista na televisão.

Para quem havia conhecido Pokémon através do anime, Yellow parecia a versão definitiva daquela primeira aventura.

Destaque: foi a primeira experiência da série principal a permitir que um Pokémon acompanhasse o jogador no mundo externo.


1998 — Pokémon Trading Card Game: Quando as Cartas Viraram RPG

Ainda em 1998, Pokémon resolveu fazer algo completamente diferente.

Pokémon Trading Card Game levou o famoso jogo de cartas para o Game Boy Color.

Aqui você não capturava Pokémon diretamente.

Você colecionava cartas, montava decks e enfrentava adversários dentro de uma aventura que simulava o universo do TCG.

Foi uma maneira genial de transformar um produto físico em uma experiência digital.

Curiosidade: o jogo original foi desenvolvido por Hudson Soft e Creatures, mostrando desde cedo como diferentes empresas ajudariam a expandir o universo Pokémon.


1998 — Hey You, Pikachu!: O Pokémon que Conversava

Enquanto o Game Boy recebia Yellow, o Nintendo 64 experimentava algo completamente diferente.

Hey You, Pikachu! transformava Pikachu em uma espécie de bichinho virtual.

Usando o microfone do Nintendo 64, o jogador podia falar com Pikachu.

Sim, meus amigos.

Antes de assistentes de voz, smartphones e inteligência artificial, já tinha gente tentando convencer um Pikachu digital a obedecer comandos.

Curiosidade Técnica: o jogo utilizava o Nintendo 64 Voice Recognition Unit, acessório necessário para a experiência.


1999 — Pokémon Snap: O Primeiro Fotógrafo Pokémon

Em 1999 chegou um dos spin-offs mais queridos da história:

Pokémon Snap.

E a ideia era brilhantemente simples.

Você não era um Treinador.

Você era fotógrafo.

Em vez de lançar Poké Bolas, você observava Pokémon em seus habitats naturais e tentava conseguir a melhor fotografia possível.

No Nintendo 64, aquilo parecia mágico.

Ver Pikachu, Charizard, Lapras e tantos outros Pokémon vivendo em um ambiente 3D era uma experiência completamente diferente do RPG tradicional.

Curiosidade: Snap ajudou a mostrar que Pokémon não precisava necessariamente ser sobre capturar e batalhar.


1999 — Pokémon Pinball: Capturando Pokémon na Bolinha

Também em 1999, Pokémon entrou em uma máquina de pinball.

Pokémon Pinball pegou a estrutura clássica do pinball e colocou Pokémon no meio da brincadeira.

Cada partida podia ajudar a capturar criaturas, evoluí-las e avançar na Pokédex.

Era Pokémon para quem queria algo mais rápido e arcade.

Destaque Técnico: o cartucho utilizava um recurso de vibração embutido, fazendo o Game Boy tremer durante determinadas ações.


1999 — Pokémon Gold & Silver: A Segunda Revolução

Então chegou o momento em que a Game Freak decidiu que 151 Pokémon não eram suficientes.

Pokémon Gold & Silver chegaram ao Japão em 1999 e apresentaram a segunda geração.

Johto.

100 novos Pokémon.

Ciclo de dia e noite.

Pokémon Shiny.

Criação de Pokémon.

Novos tipos.

Novos ataques.

Novos personagens.

E então veio a maior surpresa:

Depois de terminar Johto, você podia voltar para Kanto.

Era como descobrir que o jogo ainda tinha um segundo jogo escondido dentro dele.

Para quem jogava no Game Boy Color, aquilo parecia uma revolução.

Curiosidade: Gold & Silver foram os primeiros jogos principais com relógio interno funcionando de acordo com o horário real.


2000 — Pokémon Stadium: Pokémon em 3D

Em 1998 já havia existido o primeiro Pokémon Stadium, exclusivo do Japão.

Mas foi em 1999/2000 que o conceito explodiu mundialmente com Pokémon Stadium para Nintendo 64.

Finalmente, nossos Pokémon apareciam em batalhas 3D.

Eram modelos simples para os padrões atuais, mas naquela época…

Aquilo era coisa de outro mundo.

Pikachu pulando, Charizard atacando, Mewtwo aparecendo na tela…

Era o Pokémon que conhecíamos do Game Boy finalmente ganhando vida em um console de mesa.

Curiosidade: o jogo permitia utilizar Pokémon transferidos dos cartuchos de Game Boy através do Transfer Pak.


2000 — Pokémon Puzzle League: Pokémon no Tetris Attack

Em 2000, a franquia apareceu em um gênero completamente diferente.

Pokémon Puzzle League levou personagens do anime para um jogo de quebra-cabeça baseado na mecânica de Panel de Pon/Tetris Attack.

Ash, Misty, Brock e companhia estavam presentes.

Era uma experiência curiosa porque misturava Pokémon com uma estrutura de puzzle extremamente viciante.

Curiosidade: foi lançado originalmente apenas no Ocidente.


2000 — Pokémon Puzzle Challenge

No Game Boy Color chegou também Pokémon Puzzle Challenge.

A fórmula de puzzle ganhou uma versão portátil baseada em Johto.

Era simples, rápido e perfeito para aquelas partidas curtas que inevitavelmente viravam duas horas.


1999/2000 — Pokémon Play It!

A franquia também chegou aos computadores com Pokémon Play It!.

Era uma experiência educativa focada no Pokémon Trading Card Game.

O jogador aprendia as regras e praticava partidas usando o computador.

Em 2000 veio Pokémon Play It! Version 2, expandindo a proposta.

Curiosidade: esses jogos são alguns dos primeiros exemplos de Pokémon oficialmente lançado para PC.


2000 — Pokémon Project Studio

E se você queria levar Pokémon para trabalhos escolares?

Pokémon Project Studio permitia criar cartões, calendários e outros projetos usando imagens licenciadas da franquia.

Hoje parece algo extremamente simples.

Na época, porém, colocar Pikachu em um cartão criado no próprio computador era praticamente tecnologia alienígena.


2001 — Pokémon Crystal: O Game Boy Color no Auge

Pokémon Crystal foi a versão aprimorada de Gold & Silver.

E trouxe uma novidade histórica:

pela primeira vez, era possível escolher uma personagem feminina como protagonista.

Também havia animações nos sprites, maior destaque para Suicune e uma apresentação mais refinada.

Era o Game Boy Color chegando ao limite.

Destaque Técnico: Crystal mostrou como a Game Freak conseguia extrair cada vez mais conteúdo de um hardware extremamente limitado.


2001 — Pokémon Card GB2: Here Comes Team GR!

Exclusivo do Japão, Pokémon Card GB2 continuou a aventura do jogo de cartas.

E trouxe a Team Great Rocket.

Nunca chegou oficialmente ao Ocidente, tornando-se uma das pequenas lendas da biblioteca japonesa de Pokémon.


2001 — Pokémon Party mini

A Nintendo também criou um console minúsculo chamado Pokémon Mini.

E junto dele veio uma coleção de jogos.

O primeiro grande pacote incluía:

  • Pokémon Party mini
  • Pokémon Pinball mini
  • Pokémon Puzzle Collection
  • Pokémon Zany Cards

Era Pokémon em experiências curtíssimas, feitas para um hardware que parecia um chaveiro eletrônico.


2002 — Pokémon Mini: A Pequena Máquina Pokémon

A aventura continuou com:

  • Pokémon Tetris
  • Pokémon Puzzle Collection Vol. 2
  • Pokémon Race mini
  • Pichu Bros. mini
  • Togepi’s Great Adventure
  • Pokémon Breeder mini

O Pokémon Mini pode não ter sido um fenômeno comercial gigantesco, mas hoje é um dos capítulos mais curiosos da história da franquia.


2002 — Pokémon Ruby & Sapphire: O Salto para 32 Bits

E então veio a terceira geração.

Pokémon Ruby & Sapphire chegaram ao Game Boy Advance em 2002.

Hoenn.

135 novos Pokémon.

Batalhas em dupla.

Habilidades.

Naturezas.

Concursos.

Clima.

E uma mudança importante:

os Pokémon das gerações anteriores não estavam todos disponíveis.

Foi um novo começo técnico e conceitual.

O Game Boy Advance permitia sprites muito mais detalhados, cores mais vivas e mundos maiores.

Curiosidade Técnica: Ruby & Sapphire foram os primeiros jogos principais desenvolvidos diretamente para o Game Boy Advance e introduziram as batalhas em dupla.


2003 — Pokémon Box: Ruby & Sapphire

No GameCube apareceu uma experiência bastante diferente:

Pokémon Box: Ruby & Sapphire.

Era basicamente um enorme sistema de armazenamento e gerenciamento de Pokémon.

Você podia organizar suas criaturas, visualizar equipes e transferir Pokémon entre Game Boy Advance e GameCube.

Era quase um HD externo de Pokémon antes de isso virar rotina.


2003 — Pokémon Channel

O GameCube também recebeu Pokémon Channel.

Aqui Pikachu ganhou uma espécie de televisão própria.

Você assistia programas, desenhos, notícias e atividades dentro de um mundo virtual.

Era uma experiência relaxante e estranha.

Mas justamente por isso ficou marcada.

Curiosidade: Pokémon Channel também incluía um emulador do Pokémon Mini.


2003 — Pokémon Pinball: Ruby & Sapphire

O GBA ganhou uma continuação muito mais colorida:

Pokémon Pinball: Ruby & Sapphire.

Agora a terceira geração entrava na máquina de pinball.

A fórmula continuava simples, mas a quantidade de Pokémon e recursos aumentava.


2004 — Pokémon FireRed & LeafGreen: O Passado Refeito

A Game Freak voltou a Kanto.

Mas não simplesmente relançando Red & Blue.

Pokémon FireRed & LeafGreen reconstruíram a primeira geração no motor de Ruby & Sapphire.

Gráficos coloridos.

Batalhas em dupla.

Novos sistemas.

Ilhas Sevii.

Conectividade.

E os 151 Pokémon originais recebendo uma roupagem completamente nova.

Era como pegar uma memória de infância e colocar óculos novos nela.

Curiosidade: em 2026, FireRed e LeafGreen voltaram oficialmente ao Nintendo Switch, mais de 20 anos depois do lançamento original no GBA.


2004 — Pokémon Dash

No Nintendo DS chegou Pokémon Dash.

Pikachu era o protagonista de uma corrida controlada pela tela sensível ao toque.

Era uma experiência simples, mas importante por utilizar diretamente uma das maiores novidades do DS.

Curiosidade: Munchlax apareceu no jogo antes do lançamento internacional de Diamond & Pearl, funcionando como uma pequena prévia da quarta geração.


2005 — Pokémon Emerald: O Terceiro Caminho

Pokémon Emerald refinou Ruby & Sapphire.

Rayquaza ganhou protagonismo.

A Battle Frontier elevou a dificuldade.

As batalhas e o pós-jogo ganharam mais profundidade.

Foi o fechamento perfeito para a era Hoenn no GBA.

Destaque: Emerald é lembrado até hoje como um dos melhores exemplos das chamadas “versões definitivas” de Pokémon.


2005 — Pokémon XD: Gale of Darkness

Depois de Colosseum, o GameCube recebeu Pokémon XD: Gale of Darkness.

A ideia dos Pokémon Sombrios continuava.

Mas agora o mundo estava maior, a história mais elaborada e a quantidade de Pokémon aumentada.

Shadow Lugia se tornou um dos Pokémon mais memoráveis de toda a era GameCube.


2005 — Pokémon Mystery Dungeon: Red & Blue Rescue Team

E então Pokémon deixou de ser humano.

Em Pokémon Mystery Dungeon, você podia começar a aventura respondendo perguntas que determinavam qual Pokémon você seria.

O jogador se transformava em Pokémon e explorava masmorras.

Sem treinador.

Sem ginásios tradicionais.

Sem aquela velha estrutura de sempre.

Aqui Pokémon contava uma história sobre os próprios Pokémon.

E funcionou muito bem.


2005 — Pokémon Trozei!

No Nintendo DS chegou Pokémon Trozei!.

Um puzzle de combinação de peças que parecia simples…

até você começar a tentar bater recordes.

Era Pokémon encontrando novamente o mundo dos quebra-cabeças.


2006 — Pokémon Ranger

Pokémon Ranger trouxe uma mecânica completamente diferente.

Em vez de capturar Pokémon com Poké Bolas, você usava a Stylus do Nintendo DS para desenhar círculos ao redor deles.

Era estranho.

Era diferente.

E justamente por isso funcionou.

O Ranger não era um treinador convencional.

Ele usava os Pokémon temporariamente para cumprir missões.

Destaque Técnico: poucos jogos exploraram tão diretamente a tela sensível ao toque do DS.


2006 — Pokémon Diamond & Pearl

A quarta geração finalmente chegou.

Pokémon Diamond & Pearl trouxeram Sinnoh e 107 novos Pokémon.

A Nintendo DS virou uma verdadeira central Pokémon.

Wi-Fi.

Batalhas online.

Trocas online.

Underground.

Relógio.

Dia e noite.

Pokétch.

E uma quantidade absurda de conteúdo.

Foi aqui que Pokémon começou a entrar definitivamente na era conectada.


2007 — Pokémon Battle Revolution

O Wii recebeu Pokémon Battle Revolution.

Era a continuação espiritual da linha Stadium.

Batalhas em 3D.

Pokémon vindos de Diamond & Pearl.

Online.

Customização de treinadores.

E aquela sensação de finalmente ver seu time do DS batalhando em uma televisão grande.


2007 — Pokémon Mystery Dungeon: Explorers of Time & Darkness

A série Mystery Dungeon cresceu com Explorers of Time & Darkness.

A história ficou mais dramática e a narrativa passou a ser um dos grandes atrativos.

Pokémon começava a provar que um spin-off podia contar histórias tão memoráveis quanto a linha principal.


2008 — Pokémon Platinum

Pokémon Platinum refinou Diamond & Pearl.

Giratina ganhou destaque.

O Distortion World surgiu.

A Battle Frontier voltou.

E Sinnoh ganhou uma apresentação mais polida.

Era a velha estratégia da Game Freak:

pegar uma geração já excelente e apertar todos os parafusos.


2008 — Pokémon Ranger: Shadows of Almia

A segunda aventura Ranger chegou ao DS.

Shadows of Almia aumentou o número de missões, Pokémon parceiros e possibilidades de exploração.

A Stylus continuava sendo a arma principal.


2008 — My Pokémon Ranch

No WiiWare apareceu My Pokémon Ranch.

A proposta era armazenar Pokémon de Diamond & Pearl em um ambiente virtual.

Era quase um precursor distante do conceito que anos depois seria levado muito mais longe pelo Pokémon HOME.


2009 — Pokémon Mystery Dungeon: Explorers of Sky

Explorers of Sky pegou Time & Darkness e fez o tradicional tratamento “versão definitiva”.

Novas histórias.

Novos episódios.

Mais conteúdo.

Mais personagens.

Para muitos fãs, é um dos melhores Mystery Dungeon já produzidos.


2009 — Pokémon Rumble

E Pokémon resolveu virar pancadaria.

Pokémon Rumble colocou versões de brinquedo dos Pokémon em batalhas rápidas.

A fórmula era simples:

entrar, bater, pegar novos Pokémon e continuar.

Era praticamente Pokémon encontrando um arcade de ação.


2009 — Pokémon HeartGold & SoulSilver

E então veio uma das maiores cartas de amor aos fãs antigos.

HeartGold & SoulSilver refizeram Gold & Silver no Nintendo DS.

Pokémon seguindo o jogador.

Região Johto.

Kanto.

Pokéwalker.

Gráficos renovados.

Conteúdo de Crystal.

Era uma verdadeira celebração da segunda geração.

Destaque: praticamente qualquer Pokémon podia acompanhar o jogador no mundo externo.


2010 — Pokémon Black & White

A quinta geração resolveu quebrar algumas tradições.

Pokémon Black & White chegaram com Unova e 156 novos Pokémon.

E durante boa parte da aventura principal, você encontrava apenas criaturas da nova geração.

Foi uma decisão ousada.

A Game Freak queria que o jogador sentisse novamente a sensação de estar começando do zero.

Além disso, vieram batalhas triplas, Rotation Battles e uma história mais elaborada.

Curiosidade: Black & White são frequentemente lembrados por sua narrativa mais madura e pelo conflito envolvendo N e a Team Plasma.


2010 — Pokémon Ranger: Guardian Signs

O terceiro Ranger chegou em 2010.

Guardian Signs trouxe novos parceiros, novos desafios e uma aventura mais cinematográfica.

Também foi o encerramento da trilogia principal Ranger.


2011 — Pokémon Black 2 & White 2

E aqui aconteceu algo muito interessante.

Em vez de lançar uma terceira versão, a Game Freak criou sequências diretas.

Black 2 & White 2 acontecem dois anos depois.

O mundo mudou.

Personagens mudaram.

Cidades mudaram.

E a história continuou.

Até hoje, são os únicos jogos principais numerados diretamente como sequência de uma dupla anterior.


2011 — Pokémon Rumble Blast

O Rumble voltou no Nintendo 3DS.

Mais Pokémon.

Mais fases.

Mais pancadaria.

Agora os brinquedos Pokémon entravam na era 3D portátil.


2011 — Pokémon Card Game: How to Play DS

Exclusivo do Japão, esse título funcionava como uma experiência interativa para ensinar as regras do Pokémon Trading Card Game.

Mais uma vez, Pokémon aparecia também como ferramenta educativa.


2012 — Pokémon Conquest: O Encontro Improvável

Agora segura essa.

Pokémon + Nobunaga’s Ambition.

Sim.

A Game Freak misturou Pokémon com estratégia histórica japonesa.

O resultado foi Pokémon Conquest.

Senhores feudais.

Exércitos.

Territórios.

Batalhas táticas.

E Pokémon.

É provavelmente uma das combinações mais improváveis que a franquia já produziu.

Curiosidade: no Japão, o jogo foi lançado como Pokémon + Nobunaga’s Ambition.


2012 — Pokémon Dream Radar

O Nintendo 3DS ganhou realidade aumentada com Pokémon Dream Radar.

Usando a câmera do portátil, o jogador procurava Pokémon e itens no ambiente real.

Depois podia transferir determinadas recompensas para Black 2 & White 2.

Era uma pequena prévia do futuro.


2012 — Pokémon Black 2 & White 2 continuam brilhando

Com conteúdo adicional, áreas novas, Pokémon antigos e novos desafios, Black 2 & White 2 mostraram que a quinta geração estava longe de ser apenas uma experiência descartável.

A fórmula de sequência direta funcionou.

Só que a Game Freak não repetiria isso imediatamente.


2013 — Pokémon X & Y: Pokémon Entra no 3D

A sexta geração chegou ao Nintendo 3DS.

Pokémon X & Y mudaram a apresentação visual da série.

Agora os personagens e Pokémon eram totalmente tridimensionais.

E veio uma das maiores novidades da história da franquia:

Mega Evolução.

Pokémon conhecidos podiam assumir formas temporárias muito mais poderosas.

Charizard ganhou novas formas.

Mewtwo ganhou novas formas.

E a discussão sobre qual Mega era mais apelona tomou conta das comunidades.

Curiosidade: X & Y foram os primeiros jogos principais Pokémon lançados mundialmente no mesmo dia.


2013 — Pokémon Bank

O Nintendo 3DS ganhou Pokémon Bank.

Agora era possível armazenar milhares de Pokémon na nuvem.

O conceito seria importantíssimo para o futuro da franquia.

Pokémon começava a deixar de ser apenas um cartucho.

Seu Pokémon podia viajar de jogo para jogo.


2014 — Pokémon Omega Ruby & Alpha Sapphire

Hoenn voltou.

Mas dessa vez com Mega Evolução.

Omega Ruby & Alpha Sapphire reconstruíram Ruby & Sapphire no motor de X & Y.

Primal Groudon.

Primal Kyogre.

Mega Rayquaza.

Delta Episode.

Era Hoenn em uma escala muito maior.


2014 — Pokémon Art Academy

Pokémon também virou escola de desenho.

Pokémon Art Academy ensinava o jogador a desenhar personagens e Pokémon usando a tela sensível ao toque do 3DS.

Para uma franquia baseada em criaturas desenhadas, era uma combinação perfeita.


2014 — Pokémon Battle Trozei

O conceito de Trozei voltou com Pokémon Battle Trozei.

Mais rápido.

Mais colorido.

Mais Pokémon.

E novamente aquela armadilha clássica:

“Só mais uma partida.”


2015 — Pokémon Rumble World

O 3DS recebeu Pokémon Rumble World.

Era gratuito para começar e apostava em progressão baseada em exploração, coleta e combate.

A fórmula Rumble já estava se tornando uma pequena franquia própria.


2015 — Pokémon Shuffle

Pokémon Shuffle levou a franquia ao modelo de puzzle free-to-play.

Combinar Pokémon na tela parecia simples.

Mas o sistema de fases, habilidades e progressão criava uma experiência extremamente viciante.


2015 — Pokkén Tournament

E então Pokémon decidiu virar jogo de luta.

Mas não um jogo de luta tradicional.

Pokkén Tournament misturou Pokémon com mecânicas inspiradas em jogos de luta 3D.

Lucario.

Pikachu.

Gengar.

Mewtwo.

Charizard.

E muitos outros.

Era a oportunidade de finalmente controlar um Pokémon diretamente durante uma luta em tempo real.

Destaque: foi desenvolvido pela Bandai Namco Studios.


2015 — Pokémon Picross

O clássico Picross ganhou uma versão Pokémon no Nintendo 3DS.

Era puzzle lógico com Pokémon.

Para quem gostava de números, lógica e Pokémon, era praticamente uma combinação inevitável.


2015 — Pokémon Super Mystery Dungeon

A série Mystery Dungeon voltou ao 3DS.

E o jogo chegou a incluir, naquele momento, todos os 720 Pokémon existentes, que podiam ser recrutados.

Era uma espécie de enciclopédia jogável da franquia.


2016 — Pokémon Sun & Moon

A sétima geração mudou bastante a fórmula.

Sun & Moon trocaram os tradicionais ginásios pelo Island Challenge.

Alola introduziu as formas regionais.

E finalmente tivemos Pokémon de gerações antigas completamente transformados por seus novos ambientes.

Vulpix de Alola.

Meowth de Alola.

Raichu de Alola.

E muitos outros.

Curiosidade: Sun & Moon foram os primeiros jogos Pokémon principais a oferecer suporte oficial ao idioma chinês.


2016 — Pokémon Go: O Mundo Real Virou Kanto

E então aconteceu algo que ninguém esperava.

Pokémon GO.

Em julho de 2016, o mundo inteiro virou uma enorme Pokédex.

Você saía de casa para procurar Pokémon usando GPS e realidade aumentada.

De repente, parques, praças, monumentos e ruas estavam cheios de gente procurando Pikachu, Charmander e Dratini.

Pokémon deixou de ser apenas um jogo.

Virou um fenômeno social.

Destaque: Pokémon GO começou com os 151 Pokémon da primeira geração e posteriormente recebeu criaturas das gerações seguintes.


2016 — Detective Pikachu

E se Pikachu falasse?

Não apenas “Pika Pika”.

Mas falasse mesmo.

E ainda por cima tivesse voz de detetive mal-humorado?

Essa era a ideia de Detective Pikachu.

O jogo começou parcialmente no Japão em 2016 e recebeu sua versão completa em 2018.

Pikachu agora resolvia crimes.

Sim.

O mesmo Pikachu que você conhecia do anime agora estava investigando mistérios.


2016 — Pokémon Sun & Moon continuam a revolução

Com novas formas, Z-Moves e uma estrutura de aventura diferente, Sun & Moon provaram que Pokémon não precisava ficar eternamente preso ao formato de ginásios e Liga.

A franquia estava procurando novas maneiras de contar a mesma velha história.


2017 — Pokémon Ultra Sun & Ultra Moon

E então veio o retorno às ilhas de Alola.

Ultra Sun & Ultra Moon eram versões expandidas de Sun & Moon, com novas áreas, histórias e Pokémon.

Ultra Beasts ganharam ainda mais espaço.

Necrozma virou uma ameaça central.

E novos Pokémon apareceram no meio da geração.

Curiosidade: foram os primeiros jogos principais a introduzir Pokémon inéditos no meio de uma geração.


2017 — Pokémon Duel

No celular apareceu Pokémon Duel.

Era praticamente um jogo de tabuleiro digital.

As peças eram Pokémon.

Você movimentava as criaturas pelo tabuleiro.

Quando duas peças se encontravam, acontecia uma batalha.

Foi uma proposta bem diferente e acabou sendo encerrada em 2019.


2017 — Pokémon Magikarp Jump

A Game Freak finalmente fez o inevitável:

um jogo sobre Magikarp.

Magikarp Jump transformava o Pokémon considerado inútil em protagonista.

Você treinava Magikarp.

Alimentava Magikarp.

Fazia Magikarp pular.

E treinava outro Magikarp.

Era tão absurdo que funcionava.


2018 — Pokémon Quest

Pokémon ficou quadrado.

Literalmente.

Pokémon Quest apresentou criaturas em um estilo cúbico.

A aventura acontecia na Tumblecube Island.

Era uma experiência mais casual, mas ajudou a mostrar que Pokémon podia assumir praticamente qualquer estilo visual.


2018 — Pokémon Let’s Go, Pikachu! & Let’s Go, Eevee!

Kanto voltou mais uma vez.

Mas agora no Nintendo Switch.

Let’s Go, Pikachu! e Let’s Go, Eevee! reconstruíram a aventura de Yellow misturando elementos tradicionais com mecânicas de Pokémon GO.

Captura sem batalha tradicional contra Pokémon selvagens.

Pikachu ou Eevee acompanhando o jogador.

Multiplayer local.

Gráficos totalmente novos.

Era Pokémon Yellow reinterpretado para uma nova geração.


2019 — Pokémon Sword & Shield

A oitava geração chegou ao Nintendo Switch.

Sword & Shield apresentaram Galar.

Ginásios gigantes.

Estádios.

Dynamax.

Gigantamax.

E uma área aberta chamada Wild Area.

Foi uma das maiores mudanças estruturais da série.

Pela primeira vez, Pokémon parecia estar preparando terreno para um mundo muito mais aberto.


2019 — Pokémon Masters

No mobile chegou Pokémon Masters, posteriormente renomeado Pokémon Masters EX.

A grande sacada era reunir Treinadores importantes da história da franquia.

Red.

Blue.

Cynthia.

Steven.

Lance.

E muitos outros.

Era praticamente um encontro dos maiores personagens de Pokémon.


2019 — Pokémon Rumble Rush

O Rumble foi parar nos celulares.

Pokémon Rumble Rush levou a pancadaria dos brinquedos Pokémon para Android e iOS.

O jogo acabou sendo encerrado em 2020.


2019 — Pokémon Trading Card Game Online

O TCG também ganhou uma plataforma digital oficial.

Pokémon TCG Online permitia colecionar cartas e batalhar online.

Foi uma das principais portas de entrada para o TCG digital.


2019 — Pokémon Medallion Battle

Pokémon também apareceu em uma experiência digital baseada em medalhões.

Foi lançada mundialmente em 2019.

Mais uma pequena ramificação da enorme árvore Pokémon.


2019 — Pokémon Tower Battle

Outro jogo digital experimental chegou em 2019.

Pokémon Tower Battle colocava Pokémon em uma experiência de empilhamento e física.

Pokémon empilhando Pokémon.

Porque aparentemente até isso precisava de uma Poké Bola.


2020 — Pokémon Mystery Dungeon: Rescue Team DX

A primeira grande aventura Mystery Dungeon recebeu remake.

Rescue Team DX reconstruía Red & Blue Rescue Team no Nintendo Switch.

Agora com gráficos desenhados à mão e uma apresentação muito mais moderna.

Foi também o primeiro remake de um jogo Pokémon fora da série principal.


2020 — Pokémon Café Mix

O Nintendo Switch e os celulares ganharam um café.

Você era responsável por administrar um estabelecimento onde os próprios Pokémon trabalhavam.

E os puzzles aconteciam enquanto você preparava comidas e bebidas.

Depois o jogo recebeu uma grande atualização e passou a se chamar Pokémon Café ReMix.


2020 — Pokémon Smile

Durante a pandemia, Pokémon apareceu até na hora de escovar os dentes.

Pokémon Smile usava a câmera do celular para transformar a escovação em uma pequena experiência de captura de Pokémon.

Sim.

Pikachu estava literalmente tentando fazer você escovar os dentes.


2020 — Pokémon HOME

O conceito de armazenamento evoluiu.

Pokémon HOME passou a funcionar como o grande ponto de encontro para Pokémon vindos de diferentes jogos.

A ideia era simples:

seu Pokémon não deveria necessariamente ficar preso em um único cartucho.

Ele poderia viajar.


2021 — New Pokémon Snap

Depois de mais de duas décadas, a série de fotografia voltou.

New Pokémon Snap chegou ao Nintendo Switch em 2021.

Agora os ambientes eram muito mais vivos.

Pokémon interagiam entre si.

Havia ciclos e comportamentos diferentes.

E a missão continuava a mesma:

tire a foto perfeita.


2021 — Pokémon Unite

Pokémon entrou no mundo dos MOBAs.

Pokémon Unite colocou equipes de Pokémon em arenas competitivas.

Cinco contra cinco.

Pontuação.

Objetivos.

Estratégia.

E uma lista de Pokémon crescendo continuamente.

Foi uma das maiores experiências multiplayer competitivas da franquia fora dos RPGs tradicionais.


2021 — Pokémon Brilliant Diamond & Shining Pearl

Sinnoh voltou.

Brilliant Diamond & Shining Pearl refizeram Diamond & Pearl para Nintendo Switch.

Dessa vez com um visual inspirado em modelos chibi durante a exploração.

Foi uma abordagem visual bastante diferente do remake tradicional.


2022 — Pokémon Legends: Arceus

E aqui a franquia realmente abriu uma nova porta.

Pokémon Legends: Arceus levou o jogador para uma versão antiga de Sinnoh, chamada Hisui.

Era um mundo muito mais aberto.

Pokémon podiam ser vistos no ambiente.

Você podia capturá-los diretamente.

Podia mirar Poké Bolas.

Podia fugir.

Podia observar comportamentos.

A estrutura tradicional de Pokémon começava a ser desmontada.

Era quase um laboratório para o futuro da franquia.


2022 — Pokémon Scarlet & Violet

A nona geração chegou com Pokémon Scarlet & Violet.

Paldea.

Mundo aberto.

Três linhas de aventura.

Pokémon montáveis.

Terastalização.

E uma estrutura muito mais livre.

Pela primeira vez, a franquia principal abraçava de vez a ideia de uma jornada aberta.

Nem sempre tecnicamente perfeita, é verdade.

Mas conceitualmente enorme.


2023 — Pokémon TCG Live

O Pokémon Trading Card Game ganhou seu sucessor digital oficial.

Pokémon TCG Live substituiu o antigo TCG Online.

A versão global foi lançada oficialmente em 8 de junho de 2023 para Windows, macOS, iOS e Android.

Era a evolução natural do TCG para a era moderna.


2023 — Pokémon Sleep

E Pokémon resolveu controlar algo que nenhum jogo anterior havia controlado:

seu sono.

Pokémon Sleep foi lançado em julho de 2023.

Você coloca o celular próximo da cama, dorme e, no dia seguinte, descobre quais Pokémon apareceram baseados nos seus padrões de sono.

Snorlax finalmente encontrou o emprego perfeito.

Dormir.

E ainda ganhar dinheiro com isso.

Curiosidade: Pokémon Sleep foi lançado oficialmente em 19 de julho de 2023 para iOS e Android.


2023 — Detective Pikachu Returns

O detetive mais improvável dos games voltou.

Detective Pikachu Returns chegou ao Nintendo Switch em outubro de 2023.

Pikachu continuava investigando casos enquanto tentava descobrir os mistérios relacionados ao passado de Tim Goodman.


2023 — Pokémon Scarlet & Violet: The Teal Mask

A primeira parte da expansão The Hidden Treasure of Area Zero levou o jogador para Kitakami.

Novos Pokémon.

Novos personagens.

Novas histórias.

E uma atmosfera completamente diferente de Paldea.


2023 — Pokémon Scarlet & Violet: The Indigo Disk

A segunda parte da expansão levou os jogadores à Blueberry Academy.

Mais Pokémon.

Novas batalhas.

Novas mecânicas.

E uma conclusão para a história da expansão.


2024 — Mochi Mayhem

A aventura de Scarlet & Violet ainda não havia terminado.

Em janeiro de 2024 chegou o epílogo Mochi Mayhem, encerrando a história de The Hidden Treasure of Area Zero.

Era pequeno, mas importante para fechar a narrativa.


2024 — Pokémon Trading Card Game Pocket

O TCG ganhou uma nova experiência para celulares.

Pokémon Trading Card Game Pocket foi lançado em 30 de outubro de 2024.

Aqui a ideia era tornar a coleção de cartas ainda mais acessível, com abertura de pacotes virtuais, coleção e batalhas.

É quase a fantasia definitiva de quem gostava de abrir pacotinhos de Pokémon.

Só que sem precisar rasgar o plástico.


2024 — Pokémon Friends

No Japão, a série arcade Pokémon Friends nasceu em 2024.

Posteriormente, o conceito chegou mundialmente como um jogo de puzzles para Nintendo Switch, Switch 2, iOS e Android em 2025.

Mais de 1.200 puzzles, coleção de Pokémon de pelúcia e personalização.

Pokémon novamente mostrando que consegue transformar até quebra-cabeças em coleção.


2025 — Pokémon Friends: O Puzzle da Nova Geração

Em 22 de julho de 2025, Pokémon Friends chegou internacionalmente para Nintendo Switch, Nintendo Switch 2, iOS e Android.

A proposta era simples e extremamente Pokémon:

resolver puzzles para ganhar fios, fabricar Pokémon de pelúcia e montar ambientes personalizados.

Destaque: a versão moderna trouxe mais de 1.200 puzzles.


2025 — Pokémon Legends: Z-A

E então chegou uma das experiências mais diferentes da série principal.

Pokémon Legends: Z-A voltou para Kalos.

Mas não para uma Kalos exatamente como lembrávamos.

A aventura acontece principalmente em Lumiose City, e o sistema de batalha abandonou o tradicional combate puramente baseado em turnos em favor de uma abordagem em tempo real.

Mega Evolução voltou com força total.

E Pokémon ganhou novamente aquela sensação de estar experimentando alguma coisa nova.

O lançamento mundial aconteceu em 16 de outubro de 2025, para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.


2025 — Pokémon Legends: Z-A — Mega Dimension

A aventura continuou com o DLC Mega Dimension, lançado em dezembro de 2025.

Mais conteúdo.

Mais Mega Evoluções.

Novos desafios.

E uma expansão importante para o universo de Z-A.

Curiosidade: foi a primeira grande expansão de conteúdo de Legends: Z-A.


2026 — Pokémon FireRed & LeafGreen no Nintendo Switch

Trinta anos depois do nascimento de Pokémon, a Nintendo decidiu olhar novamente para Kanto.

Mas desta vez não foi Red & Blue.

Foram Pokémon FireRed Version e Pokémon LeafGreen Version, os remakes de 2004.

Os jogos chegaram digi


O Legado que começou na Palma da Mão (e no Game Boy, claro!)

Olha, não tem jeito, a linha do tempo da evolução Pokémon Game Boy é um clássico atemporal. Aqueles gráficos de 8 bits (e depois cores limitadas no Game Boy, ou full color no GBC) não eram um empecilho, mas sim parte da experiência. Eles nos forçaram a usar a imaginação, a preencher os espaços com nossos próprios sonhos de mestres Pokémon. Hoje, a gente vê Pokémon em consoles poderosos como o Nintendo Switch (e até em celulares!), com gráficos 3D e mundos abertos. Mas a essência, a magia de capturar, treinar e batalhar, começou ali, na telinha esverdeada do nosso querido Game Boy Pocket.

Os jogos de Pokémon dessa era foram, e ainda são, monumentos do retrogaming. Eles mostraram que um jogo de RPG complexo podia caber no seu bolso e te acompanhar em qualquer lugar. E o melhor? Você ainda pode reviver essa glória em diversos emuladores e até nos relançamentos digitais da Nintendo (como os que saíram no Virtual Console do 3DS, por exemplo)! Se você ainda tem seu Game Boy Pocket funcionando, tire a poeira, coloque umas pilhas e mergulhe de novo nessa aventura. A Johto e Kanto ainda te esperam!

Pixel Nostalgia
Relembrando o melhor da era 8 e 16 bits — um byte de cada vez.

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